A ROMARIA DE NOSSA SENHORA DE NAZARÉ E O TURISMO DE FÉ RELIGIOSA: UM ESTUDO ETNOGRÁFICO
DOI:
https://doi.org/10.21714/2179-9164.2019.v16n3.010Palavras-chave:
Turismo e religião, Turismo de fé religiosa, Romaria Nossa Senhora de Nazaré, Círio de Nazaré, Histórico e protagonistas.Resumo
Nos dias que antecedem a festividade do Círio de Nazaré, milhares de romeiros chegam a Belém (Pará, norte do Brasil). Não existem números precisos sobre eles, assim como os que chegam de canoa, barco, ônibus, bicicleta e principalmente caminhando. Entretanto, o afluxo de pessoas à cidade que sedia o maior evento religioso do Brasil é grande e, ainda assim, pouca luz tem sido lançada ao estudo das romarias. Diante disso, o presente artigo recupera e registra o histórico de uma dessas romarias, a Romaria de Nossa Senhora de Nazaré, popularmente conhecida como Romaria do Zé Bode, entre Castanhal e Belém, a partir de seus dois principais protagonistas, quem iniciou o caminho e quem se juntou a este e passou a organizar a romaria até os dias de hoje, e de seu planejamento, organização e estrutura de sua edição de 2017. Trata-se de uma pesquisa etnográfica na qual se analisa a relação entre a romaria e a fé no âmbito do turismo de fé religiosa, termo que melhor representa esse evento anual. Constatou-se que esse grupo de romeiros assumiu uma expressão tal no Círio de Nazaré que colocou a cidade de Castanhal como principal polo de emissão e concentração de romeiros de outras partes do estado do Pará.
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