Tato e proxêmica: uma reflexão sobre a corporeidade que nos hospeda em tempos de pandemia

Cleomar Ferreira Gomes, Eva Laura Silva Fortes de Carvalho, Leilane dos Santos Rohleder

Resumo


O texto que se apresenta como um ensaio traz uma reflexão sobre as obras: Tocar ― o significado humano da pele, de Montagu e A dimensão oculta de Hall. Um olhar sobre a importância do toque, do corpo, do distanciamento e da vivência social, em tempos de pandemia, nos traz a lume a importância da falta de toque com pessoas de nosso entorno, colegas e amigos. Faremos um escrutínio das metáforas obsessivas de cada obra, nos apoiando em outros estudiosos da área para compor um diálogo textual que se ambiciona proveitoso perante a real atualidade (Covid-19). A escolha das obras se deu por base na composição de fundamentação teórica dos estudos do Grupo de Pesquisa sobre Corporeidade e Ludicidade, que investiga o grau de importância dos conteúdos e das formas do saber corporal, estimulado por questões objetivas e intersubjetivas que se mostram em marcas de uma gramática corporal, a partir de estudos e pesquisas, em desvelar as linguagens do espaço escolar, atinentes a esse saber corporal e às práticas lúdicas, bem como de outras vocações que circunscrevem ou ladeiam o labor escolar, numa perspectiva socioantropológica, agora, com mais vigor, nos espaços domésticos de nossas estadas obrigatórias.


Palavras-chave


Tocar. Corpo. Proxêmica. Distanciamento social.

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REVISTA HOSPITALIDADE ISSN 1807-975X    e-ISSN 2179-9164

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