TEM ACESSIBILIDADE AQUI? UM ESTUDO DE CASO EM UM HOTEL NA ZONA SUL DO RIO DE JANEIRO

Larissa Maria da Silva Correia, Rodrigo Amado dos Santos

Resumo


Pessoas com deficiência, mobilidade reduzida, gestantes e idosos necessitam ter um amplo leque de necessidades respeitadas para que suas qualidades de vida, bem-estar e segurança possam ser garantidos. Justamente por isso, há o Decreto 9.296 de 01 de março de 2018 que estabelece o prazo de quatro anos para que os hotéis possam adequar suas infraestruturas, equipamentos e serviços, tendo como parâmetro a ABNT NBR 9050. Em vista disso, este artigo buscou averiguar a relação de um meio de hospedagem com hóspedes com deficiência, analisando a aplicabilidade de sua acessibilidade. Para tanto, optou-se pela pesquisa exploratória, baseada em um estudo de caso na Zonal Sul do Rio de Janeiro, que foi conduzido por preceitos quanti-qualitativos sustentados por análises in loco e entrevistas semiestruturadas que identificaram das ações de acessibilidade do estabelecimento investigado. Nesse sentido, observou-se que há ainda muito o que se fazer para que o estabelecimento hoteleiro seja plenamente acessível. Ademais, pontuou-se que a temática da acessibilidade hoteleira é por deveras complexa e que, para que esta efetivamente se cumpra, é preciso que setores privados e públicos se sensibilizem sobre a vitalidade deste tema, adequando plenamente seus projetos às particularidades e necessidades destes sujeitos.


Palavras-chave


Acessibilidade Hoteleira; Pessoas com Deficiência; Turismo Acessível

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DOI: https://doi.org/10.21714/2179-9164.2020.v17n2.008

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REVISTA HOSPITALIDADE ISSN 1807-975X    e-ISSN 2179-9164

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