Estratégias competitivas em turismo: o caso do Cirque du Soleil

Fabíola Fernandes Silva, Leilianne Michelle Trindade da Silva Barreto

Resumo


Com o crescimento da indústria do entretenimento aumenta a competitividade do setor, sendo, portanto, necessária a adoção de estratégias competitivas por parte das empresas como meio de sobrevivência. Michael Porter desenvolveu, em 1979, o modelo das cinco forças competitivas, em que seu uso possibilita o reposicionamento estratégico de uma empresa. Nesse contexto, o presente trabalho tem o intuito de investigar a aplicação do modelo das cinco forças de Porter (1980) no Cirque du Soleil. Para tanto, as estratégias utilizadas foram a revisão bibliográfica e a pesquisa em dados secundários.  Os resultados sugerem que a rivalidade no mercado em que atua o Cirque du Soleil é baixa, uma vez que a inovação e excelência renderam à companhia um produto único e original. A inovação faz com que seu produto torne-se único, insubstituível. Essas características criam um produto com alto grau de diferenciação, fazendo com que a empresa faça a barganha frente aos clientes, enquanto o poder de barganha destes fornecedores reside em habilidades circenses únicas. Além disso, observou-se que estudo conseguiu ampliar a compreensão sobre “estratégias competitivas em turismo” e contribuiu para relatar a experiência de uma companhia que conquistou uma posição única na indústria do entretenimento.


Palavras-chave


Estratégias competitivas em turismo. Modelo das cinco forças de Porter. Cirque du soleil.

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REVISTA HOSPITALIDADE ISSN 1807-975X    e-ISSN 2179-9164

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